segunda-feira, 27 de abril de 2009

Oficina Temática XI - "O Ensino da Escrita: A Dimensão Textual"

Oralmente, os alunos exploraram a temática “Meios de Comunicação Social”, trabalhada anteriormente na área de Estudo do Meio. Assim, as crianças leram o exemplo de uma “Carta pessoal”, identificando as diferentes partes da mesma.
Exploraram, em grande grupo, uma ficha informativa sobre a construção de uma carta. Descobriram o vocabulário possível a aplicar nas diferentes partes da mesma: data, local, saudação, assunto, despedida e assinatura.
De seguida, identificaram, no quadro e em folha própria, as diferentes possibilidades de aplicação na carta. Preencheram, ainda, um esquema para aplicação dessas palavras ou expressões nos locais próprios da carta.
Para finalizar, individualmente, escreveram uma carta a um amigo ou familiar, a partir das indicações propostas, de modo que cada criança escrevesse sobre as suas experiências ou expectativas pessoais.






Material aplicado










Oficina Temática XI - "O Ensino da Escrita: A Dimensão Textual"


A aula do 4.ºano iniciou com uma revisão oral da temática “Pecuária”, explorada anteriormente na área de Estudo do Meio. A partir da informação recebida, preencheram um mapa semântico.
De seguida, foi feita a exploração de uma ficha informativa sobre a descrição de animais para as crianças terem em conta no trabalho escrito individual, sobre um animal à sua escolha.






Material aplicado








sexta-feira, 24 de abril de 2009

Uma Aventura Junto dos Dinossauros

UMA AVENTURA JUNTO DOS DINOSSAUROS

Numa manhã de Primavera, eu estava com a minha irmã Íris num jardim. Estávamos a passear, quando, de repente, eu lhe disse:
- Íris estava a pensar se podíamos ir visitar outros sítios ainda mais lindos do que este jardim!
- Mas não podemos ir sem avisar os nossos pais, porque eles podem ficar preocupados - declarou a minha irmã.
- Claro! Achas que eu não ia avisar os nossos pais! – exclamei.
Lá fomos nós em direcção às nossas casas. Quando dissemos aos nossos familiares o que estávamos a planear, ficaram boquiabertos, porque não estavam à espera que nós disséssemos aquilo.
Os nossos pais pronunciaram:
- Para viajarem têm de ir à Agência de Viagens.
- Nós sabemos – dissemos em coro.
Passado poucos horas, chegámos à agência, sentámos e esperámos pela nossa vez.
Quando a senhora disse “Seguinte!” nós fomos para perto do escritório e ela mandou-nos sentar. Íris disse:
- Queríamos viajar.
- Para ilhas tropicais e maravilhosas.
A pessoa que nos estava a atender mostrou-nos várias ilhas. Nós decidimos para onde queríamos ir e afirmámos:
- Queremos visitar as Ilhas Selvagens.
- Está bem, o custo será de 325 euros cada pessoa – declarou a senhora.
E a Íris, preocupada, murmurou:
- Nós não temos tanto dinheiro.
De repente, a mulher exclamou:
- O meio de transporte será o avião e têm um mês para pagar!
Nós saímos para a rua e começámos a conversar:
- Tenho uma ideia!
- Diz, por favor…
- Irmos trabalhar para um bar perto do jardim.
- Boa tentativa, mas nós temos aulas.
- Há sempre uma solução!
- Mas qual?
- A única solução é trabalharmos só depois das aulas e aos fins – de – semana, para podermos ir nas férias do Verão.
- És fantástica, tens ideias de génio.
Chegámos ao jardim e começámos a observar a linda paisagem e também nos imaginámos durante aqueles dias de viagens, sem o nosso jardim.
Trabalhámos tanto que conseguimos ter o dinheiro suficiente para pagar. Decidimos em que dia é que partíamos, 16 de Junho, escolhemos a roupa adequada e fomos fazendo as malas.
Quando chegou o dia nós pedimos:
- Pai, podes levar-nos até ao aeroporto?
- Claro que sim! – exclamou o pai.
- Obrigada – dissemos em coro.
Andámos várias horas de carro até chegar ao aeroporto, quando chegámos, entrámos no avião e sentámo-nos. Eu disse:
- A viagem só vai durar 2 horas, porque só vamos até à Madeira e depois vamos de barco até à Selvagem Grande.
Passado 2 horas o avião começou a aterrar e a Íris exclamou:
- Finalmente, estava a ver que nunca mais chegávamos!
Pegámos nas nossas malas e saímos do transporte. Começámos a observar aquela paisagem e a cheirar aquele odor agradável das flores.
Nós pegámos numa flor cor-de-laranja, como não sabíamos o nome dela, perguntámos ao nosso guia e ele disse que a planta se chamava estrelícia. Encantadas com tudo aquilo começámos a ver as lojas. De repente, o nosso guia exclamou:
- Andem meninas, o barco está à nossa espera!
- Já vai! – respondemos nós, ainda a olhar para as montras.
O rapaz voltou a chamar e nós tivemos de ir.
Estivemos à espera sentados nos bancos que estavam perto do porto, passado poucos minutos, ouvimos um som parecido com o som do barco.
-Está a chegar – disse o guia
O barco era branco, tinha dentro dele algumas pessoas e estava prestes a parar.
Quando entrámos, um senhor perguntou se tínhamos bilhetes, e eu disse que sim, comecei a revirar a mala e tirei-o para lho dar. A Íris também fez o mesmo.
Quando chegámos às Ilhas Selvagens eu disse:
- Já não precisamos de vocês, por isso podem ir, só vêm de novo dia 25 de Agosto.
Começámos a olhar à nossa volta. À nossa frente via-se a floresta, atrás de nós estava o mar azul e calmo.
- Anda, vamos explorar – afirmei.
Começámos a andar… De repente, ouvimos uns sons estranhos. Avançámos com muito medo.
- Não achas que devemos ir embora!? – sussurrou a Íris.
- Estás maluca!? – exclamei.
Ouvimos novamente o grito e eu dei um passo atrás, mas respirei fundo, enchi-me de coragem e avancei em direcção à selva. De novo, ouviu-se um estrondo, mas não tive medo fui sempre em frente e vimos um dinossauro com o pescoço gigante, tivemos muito medo.
- Olá – disse o dinossauro – Como é que vocês se chamam?
- Eu sou a Sílvia e ela é a Íris.
E eu voltei a falar:
- Tu falas?
- Claro, porque é que perguntas? – disse ele com voz enrouquecida.
- Porque nunca vi um dinossauro a falar – disse eu.

Conversámos e ficámos lá a dormir, o dinossauro chamava-se Índia. Fizemos uma cabana muito gira, para podermos dormir.
No dia 24 de Agosto nós dissemos:
- Hoje não podemos brincar.
- Porquê? – perguntou Índia.
- Porque amanhã vamos partir – afirmámos.
Índia começou a chorar muito e nós tentámos acalmá-la, mas não adiantou nada, ela continuava a chorar.
- Não chores, para o próximo Verão voltaremos – declarámos.
- Até lá, vou estar aqui sozinha sem ninguém para brincar e depois vocês vão contar aos humanos que eu existo e, a seguir, vêm de propósito para me matar.
- Claro que não, nós vamos guardar segredo – afirmámos.
Fomos dormir, de manhã ouvimos o apito do barco, levantámo-nos e escrevemos:

ADEUS ATÉ AO PRÓXIMO
VERÃO!
BEIJOS DAS TUAS AMIGAS.

Entrámos no barco a chorar e um marinheiro perguntou:
- O que vocês têm?
- Nada, nada.
Quando chegámos a casa fomos logo ter com a mãe, contámos-lhe tudo e a mãe disse:
- Se tornássemos a ilha num local turístico, a Índia teria sempre companhia.
- Obrigada! – respondemos em coro.

FIM!

Sílvia Carvalho - 4.ºB
EB1 de Penacova (Cheira)

quinta-feira, 23 de abril de 2009

POWERPOINT realizado por alunos do PNEP 2007/2008

Apresentamos um trabalho realizado, em powerpoint, no computador Magalhães, por um grupo de alunos do 4.ºano. Estes alunos fizeram parte de uma turma do PNEP 2007/2008.

Um Sonho Prolongado

Era a festa de anos da Diana, a Soraia ,a Neuza e o João foram convidados para o seu aniversário, depois da festa eles acabaram por dormir em casa dela.
Havia poucas camas e o João acabou por dormir no chão.


Estavam todos a dormir quando a Soraia teve um sonho que começava no jardim da Diana.

Uma nuvem desceu ao jardim onde ela, a Diana, o João e a Neuza brincavam, era tudo muito estranho, mas o grupo de amigos decidiu subir para cima da nuvem que foi dar ao céu.


Ao chegar ao céu, o grupo de amigos pensava que estava a alucinar, mas era apenas um sonho . Foram caminhando e até que uma nuvem lhes falou:
-Ó meus meninos o que é que vocês fazem aqui ?
-Nós nada, foi só uma nuvem que desceu até nós e nós subimos - disse a Diana.
-Ah! É a minha filha que foge muitas vezes -disse a rainha – mas venham por aqui que vos quero mostrar umas coisas.
Foram andando até que a nuvem – rainha disse :
-Olhem ali – apontou a nuvem para cima – aquele é o Vénus e aquele ali mais ao fundo é Marte .
- Tão grandes – responderam todos em coro .
- Pois é, mas ainda vos vou mostrar uma estrela que vocês conhecem bem .
- O sol – respondeu o João.
- Exactamente - disse a nuvem – e está ali.
- Ah ! Nunca pensei que o sol fosse tão grande .
As horas passaram e o grupo de amigos despediu-se da nuvem e continuaram a andar.
- Baixem-se – gritou a Diana.
Era um avião que por sua vez levou o chapéu da Neuza , que correu atrás dele. O pior é que ela não tinha reparado que havia um buraco no meio das nuvens e de repente ela caiu , os amigos correram e caíram também no mar, ao pé de uma estrela-do-mar.
Então encontram a Neuza que tinha caído no mar. Até que viram uma tartaruga que pelos vistos era mordoma de um golfinho rei.
Depois viram um grupo de peixes a brincar e quando nadaram mais á frente viram uma gruta. Tentaram entrar na gruta para ver o que se passava. Quando entraram numa sala viram um tubarão que estava sentado numa cadeira de ouro.
Eles perguntaram :
- Você é que é o tubarão mau ? –
- Sou sim – disse o tubarão.
De seguida, o tubarão perguntou :
-O que é que vocês fazem aqui?
- Nós nada .
O tubarão não gostou da resposta e mandous-os embora.
Eles foram-se embora e á saída um golfinho era o rei bom. O Tubarão quando viu aquilo ficou furioso . O Golfinho perguntou :
- Quem são vocês ?
- Nós somos um grupo de amigos, eu sou a Diana, aquela é a Neuza, aquela é a Soraia e aquele ali é o João. Durante muito tempo ficaram amigos, brincaram, divertiram-se e até conheceram novos amigos, o golfinho apresentou-lhes um caranguejo, um golfinho mais pequeno, uma concha e uma amiga especial, era uma lula. Eles viveram uma linda amizade.
Saíram do mar, foram ter a uma terra de um avô da Neuza e caíram num buraco coberto de palha.
Lá em baixo havia muitas pedras grandes, túneis e a terra era húmida. Também havia muitos animais como: toupeiras, minhocas,…
Mais à frente encontraram uma toupeira que os chamou e lhes mostrou muitos símbolos escritos nas paredes de pedras e nos túneis.
Continuaram a falar, quando a toupeira lhes disse que isto ia ser uma grande aventura, que se a conseguissem concluir ganhariam um grande prémio que era uma medalha.
Mais tarde, tinham chegado a um túnel quando a toupeira lhes disse :

-Mas há um problema.
-Qual ? – disseram os amigos.
-Nós não conseguimos escavar o resto do túnel, pois esta terra é muito húmida – disse a toupeira.
-Mas porque é que esta terra é tão húmida? – perguntaram os amigos.
Porque nós a regamos para podermos manter este ambiente.
Os quatro amigos preocupados, começaram a pensar. Até que chegaram à conclusão que se eles fizessem túneis que fossem ter aos lençóis de água subterrâneos , manteriam sempre aquele ambiente.
-Boa ideia – disse a toupeira , e assim fizeram .
Quando continuaram o túnel eles conseguiram sair.
-Acordem, é meio dia – era a mãe da Diana – grandes malandros venham almoçar ! Temos bitoque, com sopa e mousse de chocolate.
-Quero baba de camelo ! – pediu o João.
-Vai ao deserto ! – disse a mãe da Diana – mas também temos!
E assim acabou um sonho inacabado...

POWERPOINT realizado por alunos do PNEP 2007/2008

O trabalho que apresentamos resulta de um powerpoint realizado por um grupo de alunos, do 4.ºano, no Magalhães. Estes alunos integraram uma turma do PNEP 2007 /2008.

A Princesa Anabela


Era uma vez uma menina, apenas igual a todas as outras meninas, era simples, educada, bonita e inteligente. Mas destacava-se uma diferença nela. Os seus cabelos eram azuis, os olhos cor-de-laranja, com a pele rosada e umas sardas na face da cara.



Ela gostava de cantar, actuar, desfilar e dançar, mas não sabia nada disso.



Vivia numa casinha no meio de um pinhal e lá cresceu, não aprendendo nada.
Era tão comum que ficou diferente.



A menina sempre pensou em ser princesa, mas nunca teve sorte, ela gostava de ser a Cinderela, a Branca de Neve, ou outra princesa qualquer, como se vê nas histórias. Mas não havia príncipes, nem fadas, nem anões. Não havia ali nada.



E assim, ela aceitou que finais felizes acontecem em histórias de encantar. Mas o que importa, é ser feliz! Até mesmo nos seus sonhos.
Ela sonhou que era uma princesa e que se chamava Anabela, e estava rodeada de fadas e anões como ela gostava de ter. Mas no meio do sonho apareceu uma bruxa malvada muito feia e gorda e com uma verruga no nariz, estava a ser um pesadelo.



Enfim, o seu pesadelo acabou porque apareceu um príncipe encantado e bonito num lindo cavalo branco e com a sua espada. De seguida, pediu à princesa para casar com a sua excelentíssima, e ela aceitou. Os dois beijaram-se apaixonadamente e o príncipe levou-a para o seu palácio que ficava em Paris, ao pé da Torre Eiffel e com uns lindos jardins à volta.
Ele derrotou a bruxa.



De repente , a menina acordou, ficou triste pelo sonho ter acabado e não se poder realizar, mas no fundo ela gostou muito de ser a princesa Anabela.


quarta-feira, 22 de abril de 2009

Oficina Temática XI - "O Ensino da Escrita: A Dimensão Textual"

As crianças (2.º / 3.º /4.º) leram o texto “Dário” de Maria Natália Miranda, preenchendo, de seguida, duas tabelas a partir de informação retirada do texto. Posteriormente, trabalharam as partes que constituem um “retrato” escrito de um amigo: identificação, descrição física/ psicológica e conclusão. A docente fez algumas recomendações aos alunos acerca da estruturação, articulação, uso de conectores, morfologia e sintaxe. Em actividades individuais, as crianças redigiram um pequeno texto onde aplicaram um conjunto de conhecimentos transmitidos até ao momento.






Material aplicado